Ação da Unimed Maringá sobre phubbing viraliza

Você sabe o que é phubbing? Pode ser que o significado da palavra ainda não faça parte do seu dia a dia, mas esse fenômeno certamente já aconteceu com você. O phubbing, termo em inglês criado a partir das palavras phone (telefone) e snubbing (esnobar, desprezar), é o ato de ignorar uma pessoa por conta do celular. Quem nunca?

Esse fenômeno impacta diretamente as relações pessoais e enfraquece os laços de afeto. Pensando nisso, a Unimed Maringá preparou uma ação para demonstrar os efeitos do phubbing na prática. Câmeras escondidas foram instaladas em um restaurante de Maringá para registrar a reação dos clientes ao receber uma caixa para guardar o celular durante o jantar e um ‘cardápio’ com sugestões de assuntos para uma conversa interessante e sem interrupções.

Nem todos os clientes resistiram à tentação de checar as notificações, mas quem deixou o aparelho dentro da caixinha teve uma noite muito mais agradável. O vídeo da experiência foi publicado nesta semana nas redes sociais e viralizou. Em três dias, quase 160 mil pessoas foram impactadas pelo conteúdo, que recebeu mais de 750 compartilhamentos. O material também foi amplamente compartilhado por WhatsApp.

Apesar do nome ainda pouco conhecido, o phubbing segue presente na nossa vida. Os números comprovam e impressionam: uma pessoa gasta, em média, três dias inteiros no celular por mês; outros 46,3% dos adultos já sofreram phubbing e 36,6% acreditam que o fenômeno é altamente prejudicial para os relacionamentos. Em média, uma pessoa toca 2.617 vezes no celular, o equivalente a 145 minutos por dia.

Psicóloga da Unimed Maringá, Bruna Zingra faz o alerta sobre o uso excessivo do smartphone. “A ansiedade aparece quando não estamos vivendo totalmente o agora. O celular te desconecta com apenas uma notificação e te faz pensar ou no futuro, ou no passado. Além de dividir a atenção, perde-se o foco do presente e, consequentemente, a relação pelo olhar, pelo tom de voz e o contato pleno com quem você gosta”.

Com a ação, a Unimed Maringá mostra a importância de combater essa prática e manter as relações afetivas sempre vivas. A mensagem final do vídeo diz que “ophubbing não é saudável para ninguém” e convida o espectador a dar atenção às conexões reais. “Delimite horários para o uso do celular e tenha consciência do espaço que o aparelho ocupa na sua vida. Não é fácil mudar o hábito de acessá-lo o tempo todo, mas é possível e necessário”, recomenda a psicóloga.

Para assistir ao vídeo, acesse a página da Unimed Maringá no Facebook ou o canal do YouTube.

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